Domingo, 25 de Outubro de 2009

Assim será...

Sob a luz do sol, ninguém se desvenda?

Encontro nos teus olhos as lágrimas vertidas...

Pelos mundos que já cruzaste.

 

Tu não me compreendes, e nem te importas...

Tu não me conheces, e não trajas as minhas correntes.

 

Num campo desnudo e apelador, os teus pensamentos consomem-se pelo vento

Quando as flores desabrocham... também elas por ti choram,

Quando as vês...

Tu não me conheces, e nem te interessas…

 

Descubro que:

Começo uma nova vida, começamos...

De novo tudo, onde ninguém conhece o meu nome,

Por fora daqui, onde muda o tempo,

Uma nova metrópole, para deixar tudo aquém,

Urge um pôr-do-sol, estou cansado de o ver brotar.

Quiçá o frio me sossegue.

 

Aonde ninguém reconhece o meu nome...

 

Por: Gerson


. indiferente às 23:49
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1 comentário:
De INH a 26 de Outubro de 2009 às 08:25
Não posso dizer que tenho jeito para interpretar poemas..
Mas o teu jeito com palavras é sempre refrescante nos dias de hoje..


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